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A
queima dos combustíveis fósseis para se obter energia, seja em
usinas de energia, automóveis, casas, fábricas ou outras
fontes, resulta na emissão de dióxido de carbono como um
subproduto da combustão. A destruição de florestas também
contribui para a emissão de carbono na forma de dióxido de
carbono. Quando a emissão de uma tonelada de carbono é
prevenida ou reduzida, ou até mesmo compensada ao ser absorvida
pelas plantas (o que não aconteceria se não fosse pela
intervenção de uma entidade como a AEP), aquela tonelada de gás
é mantida fora da tmosfera ou removida dela. Este procedimento
reduz os níveis de carbono (na forma de dióxido de carbono) da
atmosfera em toda a parte. Uma tonelada de carbono não sabe se
veio de um automóvel, de uma usina de energia ou de uma
floresta destruída pelas queimadas - uma tonelada de carbono é
uma tonelada de carbono. Qualquer ação para evitar, reduzir ou
até mesmo compensar esta emissão pode gerar um Acrédito de
equivalência de emissão de carbono@.
Em
1997, os Estados Unidos e mais de 160 países participantes da
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima adotaram o Protocolo de Quioto para a redução das emissões de gases
causadores do efeito estufa. O acordo solicita que cada país
industrializado aprove o tratado para reduzir a emissão destes
gases. O Presidente
Bush decidiu pela não participação dos EUA na implementação
do Protocolo Kyoto; ao invés disso, ele optou pelo
desenvolvimento de um programa voluntário de redução de
emissões de carbono para os EUA. Tanto o
Protocolo de Kyoto como o programa do Presidente Bush permitirão
que as reduções de emissões e geração de créditos
de carbono sejam usados como mecanismos para a
mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no
mundo.
Os
parceiros envolvidos neste projeto acreditam que o uso de créditos
de equivalência de emissão de carbono - assim como outras
iniciativas para conter a mudança climática, evitar o
desflorestamento iminente e recuperar áreas florestais
degradadas - faz muito
sentido. Iniciativas como estas resultam na redução da
quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, na preservação
da biodiversidade e em mecanismos custo-eficientes para o
abrandamento da mudança climática global voltados para as
empresas - uma solução vitoriosa pata todos.
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